Responsáveis pela obra estão fugindo da recuperação? E o dinheiro do povo, como é que vai ficar?
Tentarei ser breve. A obra inacabada da Praça Rio Branco, está sendo um dos mais difíceis problemas herdados pela atual administração de Jacobina.
Como não dá para ficar apenas lamentando, a prefeita Valdice Castro, ainda em fevereiro, contratou uma auditoria para avaliar a obra inacabada.
O resultado foi o esperado e já constatado pela população, só que oficial: nada na construção está correto. Faltam pedras (mármore, granito ou qualquer coisa) nos bancos da praça, a superfície interna é totalmente irregular.
Uma senhora usando salto está proibida de circular por ali; O material utilizado é de baixa qualidade; Quase todo o projeto foi executado de forma errada, a iluminação é sub dimensionada e está disposta irregularmente. E por aí vai.
Tudo isso foi constatado pelos fiscais do Ministério da Integração Nacional que visitaram a obra.
Na tentativa de resolver pacificamente o problema e entregar a praça ao povo, principalmente liberando o centro da cidade para o livre trânsito das pessoas, a prefeita Valdice chamou os responsáveis pela obra para uma reunião.
Dia 02 de Abril, no Gabinete, estiveram presentes: a Engenheira Cléa Maria Costa Santos, da Criar Engenharia, empresa responsável pela fiscalização da obra.
A Arquiteta Magna Cordier, da Planarq, que foi a responsável técnica; e o representante da Mestra, Pedro Thadeu Pereira, que tentou construir a famigerada obra.
A reunião foi para acertar a retomada dos serviços, saber em quanto tempo poderia ser entregue à população e de quem seria a responsabilidade.
À época, o representante da Mestra, Tadeu Pereira, assumiu a responsabilidade pelos erros, e depois de muita conversa bonita e visita ao local, assegurou que o município não ficaria no prejuízo e que providenciaria a reposição do material imprestável utilizado na construção.
Pediu um prazo, até hoje, 15, quando traria à prefeitura a documentação necessária pertencente ao projeto e retomaria as obras. A reunião estava marcada para as 15h00 desta quarta. Mas nada aconteceu.
A prefeita e o Engenheiro Ricardo, encarregado da auditoria contratada, ficaram no gabinete a tarde toda, e nada. O homem não apareceu, ou deu qualquer satisfação.
Enquanto isso, a população continua sofrendo as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados pela gestão passada, em muitos casos acobertados por profissionais que deveriam estar preocupados com seus nomes.
Talvez estas pessoas até tenham razão. Não compartilham dos problemas vividos pela população com aquela aberração no centro da cidade, já que não moram no município pouco estão se incomodando.
O que está parecendo, é palpite mesmo, é que os responsáveis estão querendo “tirar o corpo fora” da história e empurrar a responsabilidade pela recuperação da obra para cima da prefeitura.
Obviamente com a certeza que se a coisa toda for parar na Justiça, levará vinte anos para ser resolvida. Enquanto isso o povo, ó!
Como não dá para ficar apenas lamentando, a prefeita Valdice Castro, ainda em fevereiro, contratou uma auditoria para avaliar a obra inacabada.
O resultado foi o esperado e já constatado pela população, só que oficial: nada na construção está correto. Faltam pedras (mármore, granito ou qualquer coisa) nos bancos da praça, a superfície interna é totalmente irregular.
Uma senhora usando salto está proibida de circular por ali; O material utilizado é de baixa qualidade; Quase todo o projeto foi executado de forma errada, a iluminação é sub dimensionada e está disposta irregularmente. E por aí vai.
Tudo isso foi constatado pelos fiscais do Ministério da Integração Nacional que visitaram a obra.
Na tentativa de resolver pacificamente o problema e entregar a praça ao povo, principalmente liberando o centro da cidade para o livre trânsito das pessoas, a prefeita Valdice chamou os responsáveis pela obra para uma reunião.
Dia 02 de Abril, no Gabinete, estiveram presentes: a Engenheira Cléa Maria Costa Santos, da Criar Engenharia, empresa responsável pela fiscalização da obra.
A Arquiteta Magna Cordier, da Planarq, que foi a responsável técnica; e o representante da Mestra, Pedro Thadeu Pereira, que tentou construir a famigerada obra.
A reunião foi para acertar a retomada dos serviços, saber em quanto tempo poderia ser entregue à população e de quem seria a responsabilidade.
À época, o representante da Mestra, Tadeu Pereira, assumiu a responsabilidade pelos erros, e depois de muita conversa bonita e visita ao local, assegurou que o município não ficaria no prejuízo e que providenciaria a reposição do material imprestável utilizado na construção.
Pediu um prazo, até hoje, 15, quando traria à prefeitura a documentação necessária pertencente ao projeto e retomaria as obras. A reunião estava marcada para as 15h00 desta quarta. Mas nada aconteceu.
A prefeita e o Engenheiro Ricardo, encarregado da auditoria contratada, ficaram no gabinete a tarde toda, e nada. O homem não apareceu, ou deu qualquer satisfação.
Enquanto isso, a população continua sofrendo as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados pela gestão passada, em muitos casos acobertados por profissionais que deveriam estar preocupados com seus nomes.
Talvez estas pessoas até tenham razão. Não compartilham dos problemas vividos pela população com aquela aberração no centro da cidade, já que não moram no município pouco estão se incomodando.
O que está parecendo, é palpite mesmo, é que os responsáveis estão querendo “tirar o corpo fora” da história e empurrar a responsabilidade pela recuperação da obra para cima da prefeitura.
Obviamente com a certeza que se a coisa toda for parar na Justiça, levará vinte anos para ser resolvida. Enquanto isso o povo, ó!